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O modelo BNI - Banco de Negócios Inclusivos Banco de Negócios Inclusivos

O modelo BNI

Banco de Negócios Inclusivos: geração de renda em rede pela aproximação entre academia e a base da pirâmide por “cloud banking”

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Visando sustentabilidade financeira, o primeiro banco júnior do mundo, o projeto BNI, faz gestão de redes de bancos inclusivos através de “cloud banking”.

O BNI nada mais é que um modelo de gestão que tem como objetivo ser autossuficiente, que oriente e seja inclusivo. Sua gestão ocorre em nuvem, um “cloud banking”. Desenvolveram-se duas redes que se integram: bancos juniores, que operacionalizam o crédito de dentro das universidades, trazendo soluções de gestão acadêmicas para uma dimensão prática, prestando assistência financeira aos clientes e envolvendo os estudantes; e bancos comunitários, que se inserem no seio das comunidades carentes, dando maior capilaridade ao projeto, desenvolvendo as localidades por meio de microcrédito e de moeda social e apoderando a comunidade do crédito.

A gestão dessas redes se dá pela OSCIP BNI, que as integra por uma “franquia social” gratuíta, que distribui a tecnologia e a infraestrutura para a formação dos bancos inclusivos, busca parcerias, realiza benchmarking mais eficiente e reduz custos.

Os parceiros do BNI acessarão a rede formada de maneira análoga a utilizada por computadores que acessam uma memória externa através da internet. No nosso caso, um agente de crédito irá operar as linhas de crédito, por exemplo, em um determinado Banco Junior (atualmente há dois atuando, o BNI-FGV e o BNI-UFPR), com o objetivo de gerir os empréstimos e assessorar os clientes através de um conjunto de ferramentas já desenvolvido. O acesso ao dinheiro por parte das cooperativas se dá através deste agente, que possui autonomia em relação à aprovação e uso do crédito, por meio de uma plataforma online, que é o próprio site do modelo. Ou seja, toda a estrutura de gestão e controle se encontra em um centro externo ao operador, reduzindo os custos e aumentando a eficiência. Da mesma forma, ao se criarem redes interconectadas por meio desse sistema de “franquias solidárias”, aumenta-se a capilaridade do banco, alcançando diversos clientes em todo o Brasil e disseminando o ideal do microcrédito produtivo sustentável.

A solução do modelo em nuvem é, portanto, mais eficiente por, primeiramente, reduzir custos: os bancos comunitários e juniores que acessam nossa plataforma online e aplicam nossa tecnologia reduzem custos de operação, uma vez que o BNI possui isenção de taxas no banco no qual possui conta. Outro fator que reduz custos é o fato de ser operado por estudantes e voluntários, não sendo necessário uma folha de pagamento que encaressa o crédito. A outra solução, é a proximidade com a universidade.

Pioneiros

Nossos competidores, de uma certa forma, são todos os operadores de microcrédito. Contudo, o mercado, especial o do microcrédito produtivo e orientado, ainda demanda mais do que oferece. Por outro lado, nosso projeto não possui concorrentes diretos para gestão de rede de bancos inclusivos, pois essa iniciativa é pioneira.

Meta: Atingir todo o Brasil

A solução, para ser eficiente, deverá agregar à rede um grande número de comunidades e de universidades, espalhando-se, necessariamente, por outras regiões do país. Da mesma forma, a operacionalização do microcrédito produtivo e orientado nas universidades é um modelo de fácil aplicação em outros países da própria América Latina, uma vez que a força de trabalho é realizada por estudantes interessados na geração de renda e o custo da operação é relativamente baixo.

Autonomia dos participantes

Uma das principais características do projeto é focar na autonomia, seja dos envolvidos, seja dos bancos. O BNI não possui uma hierarquia interna; atuando democraticamente, os locus decisórios são as próprias assembleias e reuniões departamentais, que, pelo consenso do coletivo, deliberam. O ambiente visa estimular a inovação e a comunicação transparente entre todos os envolvidos.
Da mesma forma, a estrutura da rede permite que os próprios bancos juniores e comunitários tenham autonomia para ajustar suas análises de crédito, as formas de cobrança e a estipulação das taxas cobradas de maneira que adeque melhor às comunidades e ao entorno social, cabendo ao BNI apenas ditar parâmetros de operação e estimular positivamente pelos resultados.